07 junho 2009

Estranho


Estranho é sentir saudades do que não quis. 

De fazer nada juntos, do que fazíamos e o que fiz ?


Nada de intimidades e confidências em súbito, de agora em diante um beijo no rosto e um sorriso amarelo será nosso segredo público.


A fila não anda, mas a vista sempre se renova. O que era antes, hoje já não me toca e me vergonho do desejo em segredo particular.


Ah! Esse cara, parece não ter fim e quando promete se esconder, termina por fingir.




Um comentário:

Tempo da Line disse...

Tudo se renova ao passo que morre...e c´est la vie, mon amie...